Quatro estratégias para tirar mais vantagens da gestão de dados

Já abordamos no blog da Varonis a importância crescente do papel do chief data officer (CDO) na gestão de dados e sobre sua tarefa desafiadora de usar a ciência de dados para aumentar os lucros. Porém, o trabalho do CDO não é só o de aumentar a margem de lucros.

Os CDOs também precisam atingir outros três objetivos de negócio: buscar maneiras de gerar crescimento geral, melhorar a operacionalidade do negócio e gerir riscos. Todas as atividades e processos de negócio se beneficiam desses três objetivos.

Confira alguns processos de analytics e estratégia de dados que podem ajudar no busca por esses objetivos:

1. Garanta que a gestão de dados esteja alinhada à estratégia de negócios

Não é fácil encontrar bons cientistas de dados. No entanto, em vez de gastar recursos em busca de um bom cientista de dados, é mais importante garantir que seu cientista também tenha capacidade de pensar como um vendedor ou um executivo.

O mais importante é o entendimento do negócio – o algoritmo é o que menos importa.

2. Dê mais poder para que o usuário final consuma visualizações de dados

É mais importante ter poucos dados nas mãos de muitas pessoas do que muitos dados nas mãos de muitos, pois é essencial que os dados cheguem aos tomadores de decisão.

Nem sempre eles querem saber do algoritmo, porém, sempre vão querer informações sobre o negócio.

Além disso, é importante que as informações estejam acessíveis ao maior número de funcionários possível para que todos possam criar seu próprio conteúdo com base na visualização de dados.

3. Crie seu próprio framework de ações

Quando uma informação chega por meio da análise de dados, é preciso tomar decisões e executar ações em relação à descoberta rapidamente. Por isso, é importante investir em um processo que torne a tomada de decisão mais rápida.

O CDO da empresa global de serviços financeiros Morgan Stanley, Jeffrey McMillan, criou um processo capaz de aprender, evoluir e se ajustar em tempo real.

“Qualquer coisa que uma pessoa pode fazer no escritório fica registrada no sistema e fica modelada de acordo com suas próprias expectativas, histórico de comportamentos, o comportamento dos clientes, as condições do mercado, e se você acredita, 400 outros fatores”, afirma McMillan.

De acordo com o CDO, o sistema então é otimizado com base em necessidades específicas do cliente e do funcionário. Em seguida, algumas ideias surgem e recebem uma pontuação que ajuda a tomar decisões como a necessidade de ligar para um cliente sobre um cheque depositado, por exemplo.

4. Adote uma abordagem ampla da gestão de dados

É importante lembrar-se de que os esforços vão falhar ou não atingir completamente as expectativas se o CDO não adotar uma abordagem ampla da gestão de dados, um dos recursos mais valiosos da empresa.

Para priorizar as decisões, o ideal é focar nos atributos mais críticos que influenciarão na conquista dos principais objetivos de negócio.